Eis as duas protagonistas e a promessa para 2010:

Jenson Button e Lewis Hamilton posam ao lado do MP4-25, novo modelo para correr na temporada de 2010 da Fórmula 1

Luca di Montezemolo "agrada" os pilotos Fernando Alonso e Felipe Massa durante o lançamento do F10, novo carro da equipe F10

Schumacher e Rosberg posam ao lado do carro da Mercedes, cuja pintura foi lançada nesta segunda em Stuttgart
A onda nostálgica em torno dos anos 90 está chegando com tudo. Logo virão os anexos de Power Point recordando com saudade dos “bons” tempos em que o É o Tchan ainda era chamado de Gera Samba, todo mundo queria morar em Beverly Hills e ser amigo da Kelly, do Brandon e do Steve, o pessoal ia pras baladas dançar poperô ao som de Ace of Base, Jon Secada, Londonbeat, Corona ou Erasure, ápice da tecnologia era ter conta em BBS, depois teclar no mIRC e ficar “invisible” no ICQ, ainda havia Mappin, Mesbla, fichas telefônicas e TV Manchete, objetos de desejo eram Kinder Ovos, tamagotchis e Mega Drives, duplas sertanejas e grupos de pagode invadiram as FMs, as manhãs de domingo eram embaladas pelas vitórias do Ayrton Senna, Astrid, Cuca, Thunderbird e Gastão eram os principais VJs da MTV Brasil e os maiores escândalos da década foram Lilian Ramos sem calcinha ao lado de Itamar Franco, Sharon Stone cruzando as pernas em Instinto Selvagem e Monica Lewinski quase derrubando um presidente dos EUA por causa de um fellatio.
A década da ovelha Dolly, das propagandas de facas Ginsu e meias Vivarina, do movimento grunge, da conversão dos cruzeiros reais em URVs, dos caras pintadas protestando contra Fernando Collor e do ET de Varginha já está sendo recordada em festas temáticas, posts do Fred Fagundes e livros sobre a década. Dentro dessa pegada, segue abaixo uma compilação de 10 músicas que marcaram o Brock tupinambá dos anos 90. Como diria Cissa Guimarães, aquela tal “garota que quebra o coco, mas não arrebenta a sapucaia” (e que saiu na capa da Playboy em agosto de 1994), estes clipes vieram direto do túnel do tempo…
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Planet Hemp - “Queimando Tudo” - O conjunto já causava polêmicas a partir do seu nome, extraído de um artigo publicado pela revista americana High Times, cuja especialidade é a polêmica planta Cannabis sativa. Após o lançamento de seu polêmico e bem-sucedido álbum de estréia Usuário (1995), o “planeta maconha” ressurgiria em 1997 com seu segundo CD intitulado Os Cães Ladram Mas a Caravana Não Pára, que já dizia a que veio com o verso inicial de seu carro-chefe, “Queimando Tudo”: “Eu canto assim porque eu fumo maconha”. O clipe, dirigido por Raul Machado, foi maciçamente veiculado pela MTV. Mas o ápice da polêmica se daria em novembro daquele mesmo ano, quando os integrantes do grupo, após apresentarem-se em um ginásio em Brasília, foram presos em flagrante por apologia às drogas, e escoltados até uma delegacia na qual ficaram detidos por uma semana. O resultado de toda essa exposição? Um álbum que chegou à marca de mais de 500 mil cópias vendidas.
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Mamonas Assassinas - “Vira-Vira” - O maior fenômeno musical de toda uma geração foi um grupo de Guarulhos, SP, composto por Dinho (vocalista, animador de auditórios e sex symbol da banda cujo nome verdadeiro era Alecsander Alves), Bento Hinoto (um japonês de peruca rastafári, o talentoso guitar hero do grupo), Julio Rasec (tecladista cujo sobrenome artístico nada mais era do que o seu segundo nome, César, escrito ao contrário) e os irmãos Samuel e Sérgio Reoli (respectivamente baixista e baterista). O primeiro nome do grupo era Utopia, e naqueles tempos o quinteto cantava músicas de cunho social a la Legião Urbana, porém sem a mesma densidade das letras de Renato Russo. Só quando Dinho & companhia passou a não se levar a sério, trocando versos engajados por letras repletas de trocadilhos infames e o sumo do besteirol, é que eles encontraram a chave do sucesso. Após titubearem entre sugestões como Os Cangaceiros do Teu Pai, Tangas Vermelhas e Coraçõezinhos Apertados, o grupo finalmente encontrou um nome mais apropriado para sua nova fase: Mamonas Assassinas. Em 1995, lançaram pela EMI-Odeon seu álbum de estréia, que vendeu mais de 2,3 milhões de cópias. No auge do sucesso, no dia 2 de março de 1996, o jato particular em que viajavam chocou-se contra a Serra da Cantareira, matando todos os integrantes do grupo e deixando o país inteiro estarrecido. Discos póstumos, álbum de figurinhas, biografia do grupo e DVD foram apenas alguns dos muitos produtos lançados após o acidente.
Fonte: blog Pensar Enlouquece, Pense Nisso!
A partir de hoje você acompanha o Blog do Portanova ouvindo os grandes nomes e novos talentos da MPB.

É o programa Toque Brasil, que volta na internet em programetes semanais.
Você pode e deve participar pedindo músicas e enviando suas sugestões, basta deixar seu comentário aqui.
Eis a 1ªedição: CLIQUE AQUI E OUÇA
Flávio Venturini – Fênix
Ana Carolina – Confesso, Trancado, Nua, Pra rua me levar e Encostar na sua
Zé Ramalho – Avohai
Papas da Língua e Adriana Calcanhoto – Sorte
Djavan – Flor do Medo, do disco Vaidade 2004
O Prêmio de melhor disco de 2009 eleito pela Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA) foi para Aline Calixto, uma carioca radicada em Belo Horizonte. Com belos arranjos de Jota Moraes, as 13 faixas do disco realmente são boas demais.
Com essas boas músicas e ótima capacidade interpretativa de Aline, o disco nem precisa de um clássico do cancioneiro (o que de fato não acontece). Ela segura a onda do começo ao fim, o que nos faz crer que a APCA acertou novamente.
Clique aqui e visite o site da cantora e ouça as músicas de mais um novo talento feminino na música brasileira.
Ouvi e gostei.
Confira os outros vencedores na categoria Música Popular 2009:
Melhor Grupo
Paralamas do Sucesso
Melhor Show
Ney Matogrosso, pelos trabalhos em Os Inclassificáveis e Beijo Bandido
Melhor Cantora
Céu, pelo disco Vagarosa
Revelação
Maria Gadú
Melhor Compositor
Lenine
Homenagem Póstuma
Zé Rodrix (1947 - 2009)
Jurados
Ayrton Magnani Júnior
Inês Fernandes Correia
José Roberto Fresch

Esperamos uma turnê aqui pelas bandas do Sul. Pois o Brasil inteiro merece ver de perto esse encontro.
Dando uma passeada pelo blog do Flávio Gomes, vi uma Kombi da Transbrasil, empresa aérea extinta.
Quando criança, esse “aviãozinho” era o que eu mais gostava.
Eis então alguns modelos para recordar:
Clique aqui e visite o aeroblog, leia um pouco da história e situação atual da empresa. Veja algumas fotos também.
Ahh esses Opalas, Caravans, Comodoros e Diplomatas…
Curta uma sequência de paineis de deixar o queixo caido: