Nossa… eu joguei muito! No asfalto, terrão, paralelepípedo, enfim… com tudo que é tipo de bola e tudo que é tamanho de gol. Descalço, de tênis, kichute ou chinelo. No final quem perdia pagava a tubaina. Bons tempos…

1. A BOLA
A bola pode ser qualquer coisa remotamente esférica. Até uma bola de futebol serve. No desespero, usa-se qualquer coisa que role, como uma pedra, uma lata vazia ou a merendeira do irmão menor.
2. O GOL
O gol pode ser feito com o que estiver à mão: tijolos, paralelepípedos, camisas emboladas, chinelos, os livros da escola e até o seu irmão menor.
3. O CAMPO
O campo pode ser só até o fio da calçada, calçada e rua, rua e a calçada do outro lado e, nos grandes clássicos, o quarteirão inteiro.
4. DURAÇÃO DO JOGO
O jogo normalmente vira 5 e termina 10, pode durar até a mãe do dono da bola chamar ou escurecer. Nos jogos noturnos, até alguém da vizinhança ameaçar chamar a polícia.
5. FORMAÇÃO DOS TIMES
Varia de 3 a 70 jogadores de cada lado. Ruim vai para o gol. Perneta joga na ponta, esquerda ou a direita, dependendo da perna que faltar. De óculos é meia-armador, para evitar os choques. Gordo é beque.
6. O JUIZ
Não tem juiz.
7. AS INTERRUPÇÕES
No futebol de rua, a partida só pode ser paralisada em 3 eventualidades:
8. AS SUBSTITUIÇÕES
São permitidas substituições nos casos de:
9. AS PENALIDADES
A única falta prevista nas regras do futebol de rua é atirar o adversário dentro do bueiro.
Os casos de litígio serão resolvidos na porrada, prevalece os mais fortes e quem pegar uma pedra antes.
10. A JUSTIÇA ESPORTIVA
Os casos de litígio serão resolvidos na porrada.
QUEM NÃO JOGOU, PERDEU UM DOS MELHORES MOMENTOS DA VIDA.
UM ASTEROIDE PEQUENO QUE TODOS CHAMAM DE TERRA
A reflexão de Zé Ramalho com sua complexa, porém brilhante “KRIPTÔNIA” é também a sugestão musical desta semana…
Em tempos de guerras incessantes, crises financeiras, descaso com a natureza, interesses pessoais simultâneos à decadência rápida e fulminante do ser humano, entender “KRIPTÔNIA” é mais do que filosofar, talvez seja um compromisso para percebermos que “tudo passa muito rápido” e que mestre Zé Ramalho já nos alertava sobre isso…
Espero que tenhamos consciência do caos que o “Homem” está propiciando a si mesmo, levando à extinção esse “asteroide pequeno que todos chamam de Terra…”… Por favor, faça a sua parte…
KRIPTÔNIA
Não admito que me fale assim
Eu sou o seu décimo-sexto pai
Sou primogênito do teu avô, primeiro curandeiro
Alcoviteiro das mulheres que corriam sob o teu nariz
Me deves respeito, pelo menos dinheiro
Ele é o cometa fulgurante que espatifou
Um asteroide pequeno que todos chamam de Terra
Um asteroide pequeno que todos chamam de Terra
De Kryptônia desce teu olhar
E quatro elos prendem tua mão
Cala-te boca, companheiro, vá embora, que má criação!
De outro jeito não se dissimularia a suma criação
E foi o silêncio que habitou-se no meio
Ele é o cometa fulgurante que espatifou
Um asteroide pequeno que todos chamam de Terra
Um asteroide pequeno que todos chamam de Terra
De Kryptônia desce teu olhar
E quatro elos prendem tua mão
Cala-te boca, companheiro, vá embora, que má criação!
De outro jeito não se dissimularia a suma criação
E foi o silêncio que habitou-se no meio
Ele é o cometa fulgurante que espatifou
VAGNER FABBRI é brasileiro, tem 45 anos, é representante comercial, radialista e sonhador.
Grande abraço e até a próxima semana!
Uau!
Você já teve alguma dessas coisinhas?
Antes de começar a escrever as “receitas que não sujam o fogão”, vou começar pelo início.
Os talheres, pratos, vasilhames e toalhas.
Talheres. Devem ser selecionados criteriosamente. Se vai rolar um omelete, por exemplo, apenas um garfo e um prato. Se você decidir ousar mais e for fazer uma “comida de cachorro” (carne moída + seleta de legumes), o seu arsenal deverá ser ampliado para um garfo, uma colher, um prato e um abridor de latas. Portanto, muito cuidado. Seja econômico. Use estritamente o mínimo necessário de talheres.
Existem até alguns artifícios como se limpar a faca suja de maionese para depois cortar um tomate. Para isso, basta um rolo de papel toalha por perto.
Pratos. Seguindo o mesmo conceito dos talheres, nem pensar em usar mais do que o necessário. Seja espartano. Enquanto o seu omelete vai fritando no fogo, lave (bem, e com sapóleo e Veja, além do detergente para tirar o cheiro de ovo) o prato, enxugue e coma nele mesmo.
A saladinha que acompanha o cozinheiro solitário também poderá ir direto da tábua de corte para o prato e esse, direto prá mesa. Lá você tempera com o que quiser.
Tábua de corte. Eu gosto das de vidro, mas elas são muito frágeis e isso pode causar acidentes, quando a preparação do jantar for acompanhada de uma caipirinha ou de umas cervejas. Por isso, prefira as de plástico. Compre uma boa, pois as chinesas podem soltar pedaços de plástico e os mesmos podem vir a fazerem parte da sua flora intestinal. Odeio as de madeira, pois elas retém o cheiro e sujeira.
Copos. Na minha casa, eu tinha apenas uma meia dúzia. Daqueles de se tomar cerveja, com rótulos e tudo. Quebrei um e agora tenho apenas cinco. Use um só quando for rolar um suco. Se a companhia para o jantar for uma cerveja, tome na latinha mesmo. O ruim desses copos com rótulo de cerveja é quando você vai tomar um café com leite ou um Toddy….não dá barato.
Potes plásticos: prefira os que tem um desenho mais limpo, pois facilita a limpeza. Marcas meia-boca também vão te fazer ficar puto um dia. Prefira marcas boas. O bom desses potes são a praticidade e por serem inquebráveis. O ruim é que deixam cheiro e que nunca se acha a maledetta tampa do potinho que a gente está tentando fechar. Para tirar o cheiro, lave bem ele e o deixe “dormir” com uma mistura de água com Veja. No outro dia, ele está novinho, mesmo depois de ter acondicionado aquele vinagrete que sobrou do churrasco a semana toda.
Toalha de mesa. Ao comer sobre a toalha, faça de conta que ela é a camisa que você vai usar em seu casamento, sua primeira comunhão ou o lençol que a rainha da Inglaterra vai dormir quando for se hospedar em sua casa. Não suje por nada (nem fodendo) e invente até uma auto-punição caso esse absurdo ocorra. Se você não tiver onde jogar as migalhas (secas) que caíram nela, sacuda levemente na cuba da pia. Dobre ela e guarde imediatamente antes que suje.
Panos de prato. Eu uso dois. Um para enxugar os copos, pratos e talheres e um outro, da lavagem de louça anterior, prá enxugar aquela panela que não fica limpa nunca, por mais que você a ponha de molho no Solupan e a lave com um jato de alta pressão a 800ºC. As frigideiras, geralmente ficam assim com o tempo.
Pia. Após toda a louça já guardada, eu lavo a pia toda com detergente. Jogo bastante água, seco com um rodinho. Depois eu jogo um pouco de limpador perfumado e passo com um paninho que tenho reservado prá isso.
Depois eu mando mais dicas…
Um abraço
Edsnylson Laranjeira – Vitória de Santo Antão-PE
Recado do camarada Hiena:
GALERA QUEM PUDER COMPARECER HOJE TEMOS UNS ADESIVOS EM MÃOS E VER DETALHES DO ENCONTRO PRA GALERA PODER DAR UMA AJUDA NA ORGANIZAÇÃO… CONTAMOS COM VC.
CLUBE VW QUADRADOS DE SANTA CATARINA
AS 20 HORAS JÁ ESTAREMOS DE FRONTE A CARAGUA NO PATIO DA BRUSQUE AVIAMENTOS .
GRATO
Anote na agenda …
Amanhã publicarei uma imperdível coluna para homens. Sobre como cozinhar sem sujar o fogão.
Aguarde.
CULTURE CLUB - COLOUR BY NUMBERS (1983)
“Colour By Numbers” é definitivamente um dos discos mais animados da década de 80. Lançado em 1983, é o segundo álbum lançado pelo Culture Club. Foi sucesso absoluto de público e crítica, chegando rapidamente ao topo das paradas musicais no mundo todo, conquistando quatro discos de platina.
O álbum utiliza uma sonoridade até então inovadora, mesclando new romantic, pop, rock, dance, new wave e a soul music americana, mistura essa que deixou o LP característico e com um ritmo contagiante. Além de tudo, o carisma de Boy George e seu visual andrógeno, abusando do glitter e do colorido, contribuíram ainda mais para o sucesso do álbum, com isso fazendo os videoclipes serem exageradamente exibidos na MTV.
O disco abre com a fabulosa “Karma Chameleon”, o maior hit do grupo e umas das responsáveis pela boa repercussão do álbum, graças ao estrondoso sucesso nas pistas e rádios, por ser bem dançante e de alto astral.
“It’s a Miracle” e “Church Of The Poison Mind” também foram singles muito sucedidos e contam com o marcante backing vocal de Helen Terry, que corajosamente ousa ao explorar seu belo vocal ao lado de Boy George.
A maravilhosa “Miss Me Blind” conta com um refrão muito fácil de ser memorizado, o que facilitou mais ainda o seu bom posicionamento nos charts.
É importante ressaltar que a sua versão 12” mix é indispensável de se escutar, pois traz um medley perfeito com “It’s A Miracle”, que sacudia as pistas dos clubes nos anos 80.
“Black Money” and “That’s the Way (I’m Only Trying to Help You)” são canções expressivas, abordando problemas pesados de relacionamento.
“Victims” encerra o álbum em grande estilo. É uma belíssima lenta que embalou os bailinhos de muita gente, com um estilo meio dark e letra profunda “Feel like a child on a dark night/Wishing there was some kind of heaven”. Um fato curioso é que essa música fez incrível sucesso na Europa, Ásia e Brasil, já nos Estados Unidos sequer foi lançada…
Enfim, “Colour By Numbers” é um disco obrigatório para os amantes da música pop do começo dos anos 80…

“Culture Club - Colours By Numbers ”
Data de Lançamento: 1983
10 faixas, 40 minutos, aproximadamente
Faixa a Faixa:
01. Karma Chameleon - 4:11
02. It’s A Miracle - 3:25
03. Black Money - 5:19
04. Changing Every Day - 3:18
05. That’s The Way (I’m Only Trying To Help You) - 2:46
06. Church Of The Poison Mind - 3:29
07. Miss Me Blind - 4:31
08. Mister Men - 3:36
09. Stormkeeper - 2:47
10. Victims - 4:56 (destaque do vídeo abaixo)
São sempre lindos, imponentes e que impoem respeito.
Eis um Busscar modelo Elegance 360:
Conheça melhor a frota da Itapemirim aqui.
… ao amor da minha vida.
Que me mandou esse presente:
Bom, o que tenho a dizer agora é que as flores podem murchar… mas meu amor por você, renasce a cada dia. Cada vez melhor!
Você já viu um cachorro fantasiado de abajur?
Para Sinara!
Esse é o Fred que vive na casa do meu amor. Um Labrador de 7 anos, muito calmo e obediente. Só não curte tomar banho. Por que será? Labrador adora água!