Acordei pensando nela e nessa música.
Simplesmente o Rei…
Rotina
Roberto Carlos
Composição: Roberto Carlos - Erasmo Carlos
O sol ainda não chegou
E o relógio há pouco despertou
Da porta do quarto ainda na penumbra
Eu olho outra vez
Seu corpo adormecido e mal coberto
Quase não me deixa ir
Fecho os olhos, viro as costas
Num esforço eu tenho que sair
A mesma condução, a mesma hora
Os mesmos pensamentos chegam
Meu corpo está comigo mas meu pensamento
Ainda está com ela
Agora eu imagino suas mãos
Buscando em vão minha presença
Em nossa cama
Eu gostaria de saber o que ela pensa
Estou chegando para mais um dia
De trabalho que começa
Enquanto lá em casa ela desperta
Pra rotina do seu dia
Eu quase posso ver a água morna
A deslizar no corpo dela
Em gotas coloridas pela luz
Que vem do vidro da janela
Um jeito nos cabelos
Colocando seu perfume preferido
Diante do espelho aquilo tudo
Ela esconde num vestido
Depois de um café, o olhar distante
Ela se perde pensativa
Acende um cigarro
E olhando a fumaça pára e pensa em mim
O dia vai passando, a tarde vem
E pela noite eu espero
Vou contando as horas que me separam
De tudo aquilo que mais quero
Meu rosto se ilumina num sorriso
No momento de ir embora
Não posso controlar minha vontade
De sair correndo agora
O trânsito me faz perder a calma
E o pensamento continua
Pensando em minha volta muitas vezes
Ela vem olhar a rua
A porta se abre e de repente eu
Me envolvo inteiro nos seus braços
E o nosso amor começa
E só termina quando nasce mais um dia
Um dia de rotina, um dia de rotina
O sol ainda não chegou
Num dia de rotina
O nosso amor começa e termina
Quando nasce mais um dia
Um dia de rotina
Obrigado por 1 ano de emoções, paixões e alegrias!
“Ela que me abraça;
ela que me agrada;
ela que me quer;
ela que não cansa;
ela que me alcança;
ela que me alenta;
ela que me aguenta;
é ela…
que simplesmente amo!”
(Régis Portanova)
Te amo!
REFLEXÃO COM MÚSICA – “CALMA”
Se você está no ponto de estourar mentalmente silencie alguns instantes para pensar.
Se o motivo é moléstia no próprio corpo, a intranqüilidade traz o pior.
Se a razão é enfermidade em pessoa querida, o seu desajuste é fator agravante.
Se você sofreu prejuízos materiais, a reclamação é uma bomba atrasada, lançando caso novo.
Se perdeu alguma afeição, a queixa tornará você uma pessoa menos simpática, junto de outros amigos.
Se deixou alguma oportunidade valiosa para trás, a inquietação é desperdício de tempo.
Se contrariedades aparecem, o ato de esbravejar afastará de você o concurso espontâneo.
Se você praticou um erro, o desespero é porta aberta a faltas maiores.
Se você não atingiu o que desejava, a impaciência fará mais larga distância entre você e o objetivo a alcançar.
Seja qual for a dificuldade, conserve a calma, trabalhando, porque, em todo problema, a serenidade é o teto da alma, pedindo o serviço por solução.
Pelo espírito ANDRÉ LUIZ, psicografado por Francisco Cândido Xavier
Livro: “O Espírito da Verdade”
Música incidental: “TENHA CALMA” - DJAVAN
TENHA CALMA
COMPOSIÇÃO: DJAVAN
Quer me deixar
Não sei porque
Deixa eu pensar
Pra sei lá, ver
O que fazer
Pra você ficar…
Sem seu amor
A vida passa em vão
Se você for
O que é de vidro quebra
No meu coração
Seu olhar é lindo
Ver você sorrindo
É demais
Por favor não faz.
Me dizer adeus
Vai me botar a perder
Tenha calma
Não se vá meu pop star,
Tenha fé
Te prometo vir a ser
Do jeito que você quer
Um amor de mulher
“Meu amor
Meu amor nunca
Se ausentes de mim
Para que eu viva em paz
Para que eu não sofra mais
Tanta mágoa assim
Num mundo sem você”
Existe o caminhão e a caminhonete “Marta Rocha”. Obviamente foi o apelido que o brasileiro colocou pelas frentes se parecerem com o rosto da Miss Universo da época. Marta Rocha também foi a miss que se notabilizou por ter “duas polegadas a mas no quadril”.
“Versos ingênuos, mas sinceros, que um jogador envia, por nosso intermédio, aos dirigentes de futebol que obrigam os profissionais a disputar as partidas mais sérias do campeonato num calor selvagem”.
Domingo,
no jogo,
que cansa,
na dança,
do fogo,
ficaste
de longe,
bebendo
gelado,
sorvendo
sorvete,
jogado
no tapete
moderno,
defronte
a tele
visão;
mas eu
no inferno,
na chama
da grama,
o craque,
basbaque,
driblava,
suava,
corria,
sofria,
mais que
um cão.
Quem dera
que sintas
as dores,
calores
que nunca
sentiste!
Quem dera
que sintas!
Não negues,
não mintas…
– Fugiste!
Te digo
que luto,
que chuto,
que passo,
que faço,
que esbaldo
me esqueço
me escaldo;
te digo
que brigo
sem brisa,
sem bicho,
disputo
capricho
só por
amor;
mas queres
que finto,
requebre,
requinte,
me bata,
rebata,
que marque,
que volte,
que corte,
que chute,
dispute
com este
calor!?
Quem dera
que sintas
as dores,
calores,
que nunca
sentiste.
Quem dera
que sintas!
Não negues,
não mintas
–Fugiste!
Queria,
cartola,
te ver
sem tevê,
na chama.
na grama,
batendo
na bola,
correndo,
gemendo,
suando,
gritando,
de espanto
com tanto
calor!
Um só
minuto
que fosse,
se tanto,
queria
te ver!
Ah pobre
cartola,
rebola
no fogo
do jogo
da bola!
Eu juro
que logo
suado,
cansado,
gritavas
por tua
mamã:
quem dera
que jogues
fumando
charuto
só esse
minuto
no Maracanã!
É primavera, faz frio como no inverno e chove como no verão.
Mas elas estão lá. As deliciosas mangas. Cheirosas como sempre, anunciando que o final do ano vem chegando e com ele as comemorações, as retrospectivas, os encontros, as festas, as férias e o meu aniversário.

No final de semana apareceram umas lá em casa. Ontem a noite elas se manifestaram exalando seu perfume inconfundível e eu me recordei o quanto esse cheiro me trás bem estar. Um cheiro bom, um cheiro de infância, de brincadeira, da mãe da gente descascando frutas. É o cheiro da mesa da noite de Natal e que sempre permanece marcante no dia seguinte independente do churrasco, do pernil, da ressaca ou de tudo que sobrou da noite anterior. Na semana seguinte, tudo se repete no réveillon.
O cheiro da manga representa um adeus temporário à tristeza das cores escuras das roupas, das tosses, das gripes, dos refriados, do tédio e da chatice geral do inverno. Ele estará nos churrascos, na beira das piscinas, nas calçadas e nas feiras sendo ofertadas por camelôs e feirantes atenciosos e contentes.
Muitas frutas embarcam na alegria da chegada dos tempos quentes. As enormes e coletivas melancias, os belos cachos de uvas e a infinidade de frutas que enfeitam nossas mesas e nossos paladares. Nectarinas, pêssegos, maracujás, etc… São todas maravilhosas, mas nenhum cheiro se compara ao da manga.
Um cheiro que ontem me fez lembrar coisas boas, de como há tempos eu não lembrava e como nunca senti antes. Sinal dos tempos, sintomas de uma nova fase.
Fica aqui a minha dica: Se afoguem nas mangas. Na Haden, na coquinho, na qual você encontrar. Danem-se os fiapos grudados nos dentes, o caldinho escorrendo pelos braços e pingando pelos cotovelos, a sujeira na roupa, a mancha na mesa, no chão, no tapete, etc….Percam as estribeiras, a vergonha, o pudor.
FELIZ MANGA A TODOS!
Edsnylson Laranjeira – Vitória de Santo Antão - PE
Reduto da música sertaneja, a Pousada dos Pescadores atrai milhares de pessoas durante os bailões dos finais de semana e os grandes shows fazem parte do calendário da casa. As apresentações de Zé Ramalho e Milionário & José acontecem ao ar livre e uma grande infra estrutura será montada para a realização do evento. Com um amplo estacionamento, a casa disponibiliza de segurança, posto de atendimento e inúmeras opções de lazer para seus freqüentadores. Pasmem, ingressos R$30,00.
SERVIÇO
Show Zé Ramalho e Milionário e José Rico
Data – 28 de novembro de 2010
Horário – A partir das 12hs
Local – Pousada dos Pescadores
Endereço – Estrada Caminhos do Mar, km 36 – São Bernardo do Campo