O “Jornal do Brasil” sai das bancas depois de 119 anos de história.

Minha homenagem ao que foi o maior jornal do país.

Repare nessa capa:

A  imagem que ilustra este post é a histórica capa da edição do dia 14 de dezembro de 1968, dia seguinte à emissão do AI-5, o auge da ditadura. No lado esquerdo superior da primeira página, em letras pequenas, o jornal colocou sua previsão do tempo que dizia: “Tempo negro. Temperatura sufocante. O ar está irrespirável. O país está sendo varrido por fortes ventos. Máxima de 38°C em Brasília.

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Simplesmente genial a pequena nota feita por Carlos Lemos.

Eu sei, como todo mundo está se sentindo agora. Não vou ficar falando muito senão será uma choradeira…(emoção). Vocês não podem imaginar, viu Luiz, aquilo que foi o Jornal do Brasil, virar um reles site de internet.” (José Trajano)

Agora mais uma homenagem, em forma de carangas:

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Dignos carros de firma!

O Rio, o Brasil, os leitores, jornalistas e jornaleiros vão sentir saudade!

O desaparecimento do Jornal do Brasil contribui para o empobrecimento da linguagem jornalistica! (Fernando Calazans)