Nunca escondi meu medo, quase pânico, em voar.
Nos tempos do “ELECTRA” não se via em jornais que aviões caiam.
Mas sempre admirei aeronaves e, fundalmentalmente, empresas aéreas.
O processo de “quebra” dessas empresas (principalmente da Varig) deixou feridas, deixou ódio, inconformismo e muita saudade.
Um misto de sentimentos compartilhado entre empregados, aeromoças, pilotos e passageiros.
Veja a foto e leia o depoimento de um anônimo:

“O brilho nos olhos é evidente, quando se fala em voar Varig. Conhecida nos quatro quantos do mundo, a Varig é amada e respeitada dentro e fora do Brasil. Uma empresa filantrópica, cuja missão e levar e trazer esperança e orgulho dos funcionários que nela trabalham. Mas nosso governo fez ela chorar, nossa aéromoça reflete o sentimento não só da empresa mas de todo povo brasileira. O governo brasileiro tem uma divida histórica com nossa empresa. Não falo de valores em dólares, mas sim por fazer nossa aéromoça chorar.”
A VARIG, por exemplo, se foi para sempre… e deixa saudade e uma lacuna insubstituível para o brasileiro.
Ainda tenho garfos e facas (alguns de prata), cobertores, nécessaires e copos de vidro, sim… de vidro da Varig, Vasp e TransBrasil que meus pais traziam junto após suas viagens. Eu gostava dessas empresas.
Esse vídeo conta um pouco da história da Varig, com belas fotos.
Como escreveu o jornalista Flávio Gomes:
Todo mundo aqui deve ter uma história vivida num avião da Varig. Contem. O maior patrimônio de uma companhia aérea são as histórias de vida que seus aviões carregaram.
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